Publicações de Sebastião Nery

Perversão de ideias e assistencialismo

Estelionatarismo ideológico vem sendo, nos últimos anos, fato normal, aceito e festejado no Brasil. Envolve um debate surrealista entre ser de direita ou de esquerda. O binarismo que envolve o debate é de pobreza franciscana. Alimenta a falsificação com muitos personagens destituídos de formação, princípios e valores, autoproclamando-se herdeiros das tradições que marcaram a esquerda brasileira. Na outra ponta, a velha direita recusa-se a assumir com firmeza as propostas sociais

Pesquisas

Prezado Nery, Respeito muito as suas defesas e ataques apaixonados. Sabemos, entretanto, que os institutos de pesquisas têm seus interesses comerciais. Voxpopuli, instituto que apoiou o Collor. O Datafolha, o Data da Folha, pertence ao grupo que chamou a ditadura de ditabranda! Emprestava os carros de reportagem do jornal para a ditadura fazer o serviço sujo. Que credibilidade tem? O IBOPE recebe ordens da Globo. Que credibilidade guarda? E o

Folclore Político V (2002)

FOLCLORE POLITICO – Volume V (2002), Geração Editorial, SP. São 1950 HISTORIAS (5 volumes em 1). São histórias dos políticos e da política brasileira. A metade vi, ouvi e sei que são verdadeiras. A outra metade me contaram, anotei e publiquei. Comecei a publicá-las em 1971, quando a censura era brutal e proibia falar dos cassados. Escrevendo todo dia, usava as historias para driblar a censura.

Folclore Político IV (1982)

FOLCLORE POLITICO – Volume IV (1982), Editora Record, Rio. São histórias dos políticos e da política brasileira. A metade vi, ouvi e sei que são verdadeiras. A outra metade me contaram, anotei e publiquei. Comecei a publicá-las em 1971, quando a censura era brutal e proibia falar dos cassados. Escrevendo todo dia, usava as historias para driblar a censura.

Folclore Político III (1978)

FOLCLORE POLITICO – Volume III (1978), Editora Record, Rio. São histórias dos políticos e da política brasileira. A metade vi, ouvi e sei que são verdadeiras. A outra metade me contaram, anotei e publiquei. Comecei a publicá-las em 1971, quando a censura era brutal e proibia falar dos cassados. Escrevendo todo dia, usava as historias para driblar a censura.

Folclore Político II (1976)

FOLCLORE POLITICO – Volume II (1976), Editora Record, Rio. São histórias dos políticos e da política brasileira. A metade vi, ouvi e sei que são verdadeiras. A outra metade me contaram, anotei e publiquei. Comecei a publicá-las em 1971, quando a censura era brutal e proibia falar dos cassados. Escrevendo todo dia, usava as historias para driblar a censura.

Folclore Político I (1973)

FOLCLORE POLITICO – Volume I (1973), Edição do POLITIKA, Rio. São histórias dos políticos e da política brasileira. A metade vi, ouvi e sei que são verdadeiras. A outra metade me contaram, anotei e publiquei. Comecei a publicá-las em 1971, quando a censura era brutal e proibia falar dos cassados. Escrevendo todo dia, usava as historias para driblar a censura.

Grandes pecados da imprensa (2000)

GRANDES PECADOS DA IMPRENSA (2000), Geração Editorial, São Paulo, SP. Uma velha divida que eu tinha com Ruy Barbosa e Juscelino Kubitschek, que sofreram campanhas massacrantes da imprensa e a história provou que a imprensa errou quase totalmente. E pus mais dois atuais: Orestes Quércia e Alceni Guerra, também injustamente denunciados, como a justiça provou depois.