Publicações de Sebastião Nery

Carlos Minc e a Nova República

O novo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, chegou recordando os bons e velhos tempos da Nova República. Para segurar o Plano Cruzado, o governo Sarney mandou sequestrar bois no pasto.  Minc deve estar achando que é mais fácil pegar os arredios bois zebus nos pastos amazônicos do que as milhões de toras de mogno que descem impassíveis rio abaixo. Cortiças de fumaça Aliás, o sequestro de bois no pasto

Dia da Água

A preocupação com os diversos aspectos relativos aos recursos hídricos no Brasil, como conservação, saneamento básico, escassez, poluição e até com a transposição de águas do rio São Francisco, marcou os pronunciamentos dos senadores durante a comemoração do Dia Mundial da Água, que transcorreu em 22 de março corrente. O senador Osmar Dias (PDT – PR), autor do requerimento de homenagem, afirmou em discurso que o principal problema do Brasil

Esperança de sobrevivência para piraíba e outros peixes da Amazônia

Piscicultura: a biodiversidade do rio Madeira, habitat de cerca de 750 espécies de peixes, estará em perigo se não forem tomadas medidas adequadas. Simone Silva Jardim, de São Paulo e Minas Gerais. O projeto das novas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, que o governo pretende construir no rio Madeira, é mais amplo: a ele será somada a navegação deste imenso curso d’água. Tanto as hidroelétricas como a navegação causarão

Jornal A Tarde: Antonio Carlos Magalhães foi um tenente de 1964

Em 1967, depois de assumir a Prefeitura de Salvador,  Antonio Carlos Magalhães viajou para o Rio de Janeiro. Hospedou-se no Hotel Califórnia. Em visita ao político baiano, o jornalista Sebastião Nery ouviu uma ousada previsão: “Juracy Magalhães mandou na Bahia 30 anos. Eu vou mandar 40”. Exatamente 40 anos depois, Nery avalia o legado político de ACM, comparando-o aos revolucionários de 30, que  também implantaram um projeto de Estado depois

Entrevista concedida à Geração Books

“Folclore Político” apresenta a política visto pelo lado dos bastidores, e não do palco. Nos seus 50 anos de jornalismo, o senhor acostumou-se a apresentar aos leitores esse ponto de vista. Por que essa opção? As histórias que eu conto no livro mostram a verdadeira face dos políticos. Uma coisa é o retrato oficial, feito de discursos e pronunciamentos. Outra é como os políticos agem e falam nos bastidores. A